.Quando ela passa toda airosa e bela
glória singela de uma raça em flor,
perde seu brilho a vesperal estrela
ante sua graça, ante seu esplendor.
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Qual borboleta saltitante voa,
perambulando, só, de flor em flor,
leve ela passa tal qual a garoa
vai voejando em busca de outro amor.
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Ponho-me a pensar nestas criaturas
que sobem e descem pelas avenidas!...
Como é cruel o tempo; Ó! que agruras!
Desfaz encantos, destruindo vidas!
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